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PROJETO CURSO EDUCAÇÃO FÍSICA UTFPR 2009 TECNOLOGIA EM INFORMAÇÃO EM EDUCACÃO FÍSICA (ef6f). O "surf", para as pessoas que "não o conhecem" é apenas um esporte, mas para os seguidores dessa tribo ele é uma necessidade de vida, pois só lá conseguem esquecer os problemas e encontrar a paz e o equilíbrio entre corpo e mente.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Noticias Surf

Paddle surf vira mania entre os melhores.


Um dos esportes de prancha mais tradicionais do mundo comemora uma fase inédita. Criado nos anos 30, o paddle stand up surf, ou surfe a remo, passou por um fiasco nas últimas décadas, quando as pranchinhas começaram a dominar as praias. Mas o retorno foi em grande estilo. Agora, ídolos como Kelly Slater, Mark Occhilupo e Laird Hamilton são alguns dos garotos-propaganda. A brasileira Maria Bela, que já foi casada com Hamilton, tem um projeto social no Havaí.

A ascensão do surfe a remo começou há três anos, quando o esporte foi incluído na tradicional travessia entre as ilhas havaianas Molokai e Oahu. Trata-se de um percurso de 32 milhas no canal mais misterioso e perigoso do Pacífico.




Divulgação
Radicada no Havaí, a surfista pernambucana Maria Bela (à dir) pega uma onda ao lado da amiga Melody

- Como os participantes da travessia são todos surfistas, nos adaptamos à prancha, virou moda e, na minha opinião, vai ter mais adeptos do que o longboard ou o funboard - conta Maria Bela.

Maria tem certa razão. O surfe a remo é considerado mais fácil do que o convencional. Segundo ela, um iniciante consegue ficar em pé na prancha após duas horas de treino. Mais uma hora e já é possível descer uma onda. As ondas, aliás, compõem uma das modalidades do surfe a remo. A outra, já citada, é a de distância.

Com o remo, o surfista consegue pegar mais ondas do que com uma prancha normal. Ondas grandes? Basta ter coragem.

- O remo é como um motor invisível e sem barulho, mas com a força e energia do nosso próprio corpo, podemos surfar ondas bem grandes, quase quanto com o jet ski.




Kelly Slater rema no Taiti. Já Mark Occhilupo prefere a Austrália. Maria Bela dá aula para a filha



No Havaí, Maria coordena um projeto para levar o surfe a crianças pouco favorecidas. Funciona assim: ela ensina pessoas que têm condições de pagar pelas aulas e pede para que os alunos virem padrinhos das crianças.

- Se conseguimos a conexão de pelo menos uma criança, se essa continuar e se viciar no mar, será menos uma pessoa vulnerável aos perigos de droga e violência...

Mas com o crescimento do número de praticantes do paddle surf, cresce também o "crowd", ou seja: as praias ficam cheias de surfistas. Tal situação, muitas vezes, vira problema.

- Espero que todos surfem com o coração e não com egoísmo. Assim teremos certeza de que esse novo esporte será amado e respeitado por tal nomes e por todos nós que vivemos do oceano - diz.

ESSA SEMANA 17.05




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Noticias Surf


Glauciano Rodrigues é o campeão da II etapa do Bad Boy Classic


A grande expectativa era quanto ao desempenho de Glauciano Rodrigues, 21, campeão da I Etapa da principal categoria do Circuito, a Open. Ele entrou na competição determinado a levar a premiação, uma moto zero quilômetro, por antecipação, pelo acúmulo de pontos. Isso acirrou ainda mais as disputas.



Os adversários estavam determinados a levar a premiação para a III etapa. Mas numa final emocionante, Glauciano, garantiu as manobras e conseguiu a vitória contra os cearenses Adriano Santos e Tiago Dias e o potiguar Rodrigo Silva. O campeão saiu carregado nos braços pelos amigos e torcedores que compareceram a praia do Futuro. “Agradeço a Deus e a todos que me ajudaram. Mais um objetivo cumprido”, disse o surfista. Glauciano Rodrigues receberá a moto na terceira etapa que acontecerá no final de outubro. Thiago Dias ficou em segundo lugar, o potiguar Rodrigo Silva em terceiro e Adriano Santos em quarto.



Uma trajetória de sucesso: O surfista vem se destacando desde o final do ano passado quando conquistou o terceiro lugar no Campeonato Brasileiro de Surf Universitário. De lá pra cá foram só vitórias. Primeiro lugar na I Etapa do Circuito Cearense de Surf Universitário e conquistou as duas etapas do Circuito Bad Boy Classic de Surf. Ele é a atual promessa para representar o Ceará e o Brasil no Pan-Americano de Surf Universitário que acontecerá em dezembro deste ano, em Fortaleza.



Com tanta emoção na OPEN, as outras categorias se tornaram coadjuvantes. Mas nem por isso foram menos disputadas. “Esse Circuito é uma oportunidade para os surfistas amadores cearenses se destacarem e ganharem reconhecimento”, afirmou o Presidente da Associação Brasileira de Surf Universitário, Ailton Junior.



Como de costume o evento foi um sucesso. O clima que um campeonato de surf propicia, capaz de contagiar a todos que estiverem por perto, transformou a Praia do Futuro mais uma vez no Hawaii cearense, com direito o alto desempenho dos atletas.



A II Etapa do Circuito BAD BOY Classic de Surf começou no sábado e teve a participação de 120 atletas em oito categorias. Os surfistas buscaram conquistar os mil pontos da etapa. A III e última etapa será realizada no final do mês de outubro.



O Circuito Classic Surf 2009 tem o patrocínio da Bad Boy, Gerardo Bastos, Pirelli e apoio das lojas Ecológica, Barraca Crocobeach, rádio Mix, blocos Teccel, Federação Cearense de Surf, pranchas Dias e conta com a realização da Classic Promoções.

Open

1. Glauciano Rodrigues

2. Thiago Dias

3. Rodrigo Silva

4. Adriano Santos



Classic

1. Leuder Angelin

2. Franci Silva

3. Patrick de Sousa

4. Gleison Santos



Grand Classic

1. Israel Rodrigues

2. Glauvânio Marques

3. Giltinho

4. Felipe Alves



Especial

1. Sávio Carneiro

2. Chuchu

3. Rodolfo Silva

4. Felipe Maloy



Senior

1. Rogério Dantas

2. André Caboin

3. Flávio Sukita

4. Rocha Filho



Free Surf

1. Djair Lima

2. Cássio Germano

3. Bergson Ramos

4. Carlinhos Careca


postado por victor

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